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Biblioteca Municipal de Miranda do Corvo
Registos: 1 - 10 de um total de 303



Título: A viagem das três gotinhas de água
Autor(es): Lúcia Vaz Pedro ; il. Raquel Pinheiro
Publicação: Serzedo : Gailivro, 2008
Descrição física: [33] : il
Notas: Oferta Rede para Desenvolvimento. Projeto Rumo A 2030. Financiado por: Camões/Instituto da Cooperação e da Língua
Resumo: viagem das três gotinhas de água é um livro estimulante, com diálogos que convidam à encenação e à interacção entre os mais novos. A Clarinha, a Glorinha e a Brilhantina são três lindas gotinhas de água que acabam de ganhar uma viagem num campeonato de surf. O prémio é a viagem pelo ciclo da água. É então que conhecem os estado líquido, gasoso e sólido e todos os responsáveis pelas mudanças de estado: o senhor Luz, a dona Almofada, o senhor Ventoinha e o senhor Geladinho. De uma forma lúdica, a autora Lúcia Vaz Pedro sensibiliza os mais novos para a importância da preservação da água e as consequências da poluição e do efeito de estufa.
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-557-555-8
Assuntos: Literatura infantil | Drama | Meio ambiente--Preservação | Água
CDU: 821.134.3 | 502
Veja também: Pedro, Lúcia Vaz | Pinheiro, Raquel
Localização: SI-V 82 PED. (BMMC) - 26270
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Título: A vertigem dos animais antes do abate ; Morro como país ; Procedimentos de regularização de diferenças ; O.I.H.
Autor(es): Dimítris Dimitriadis ; trad. de José António Costa Ideias
Publicação: Lisboa : Artistas Unidos : Cotovia, 2006
Descrição física: 264 p
Colecção: (Livrinhos de teatro ; 18)
Resumo: Em A Vertigem dos Animais antes do Abate três anónimas personagens põem mãos à obra na execução de uma tarefa tão sinistra como enigmática. Entretanto, a sedutora Milítsa consegue separar Nílos e Fílon, dois amigos de infância que nunca se tinham separado...Morro como País é um curto texto que, numa apoteose orgástica da palavra, nos dá a ler a morte física e espiritual de um país vencido (a Grécia da "ditadura dos coronéis"), figuração trágica (numa espécie de amálgama de todas as perversões e subversões) de uma outra morte muito mais radical, a de todos os valores da Humanidade e do próprio Homem.Procedimentos de Regularização de Diferenças é uma obra que põe em cena uma situação triangular (três personagens: duas mulheres e um homem) em que as relações humanas, despojadas de toda e qualquer intervenção e referência do exterior, se desenrolam no incontrolável dos desígnios e no desconhecido das suas consequências, numa racional e desenfreada tentativa por parte das três personagens para evitar o inevitável. Jogo cruel de amor e ciúme que leva ao esgotar de todos os limites.O. I. H. (Odisseu, Ítaca, Homero) é um tríptico constituído por três monólogos que, apesar da diferença da personagem que toma a palavra em cada um deles (no primeiro, Odisseu, no segundo Ítaca, no terceiro um homem muito idoso) se articulam pela existência de elementos comuns que têm que ver tanto com a temática (a identidade, o nome, a Pátria, o tempo, a tradição, o sexo), como com uma específica discursividade (um discurso ritmicamente encadeado). Daí resulta que estes monólogos, não tendo sido inicialmente concebidos pelo dramaturgo como um tríptico, constituam, em última instância, uma unidade inseparável.
ISBN/ISSN: ISBN 972-8972-04-0
Assuntos: Literatura grega moderna | Drama
CDU: 821.14'06
Veja também: Dimitriádis, Dimítris | Ideias, José António
Localização: 82 DIM (BMMC) - 22707
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Título: Terrorismo ; No papel da vítima
Autor(es): irmãos Presniakov ; trad. de Nina Guerra e Filipe Guerra
Publicação: Lisboa : Artistas Unidos : Cotovia, 2003
Descrição física: 149 p
Colecção: (Livrinhos de teatro ; 3)
Resumo: "Terrorismo" estreou a 7 de Novembro de 2002 no Teatro de Arte de Moscovo, numa encenação de Kirill Serebrennikov. Os Presniakov tornaram-se conhecidos internacionalmente a partir da estreia de "Terrorismo" no Royal Court em Março de 2003, numa encenação de Ramin Gray. Em 2003, a peça foi apresentada na Polónia e na Sérvia; em 2004, há produções programadas na Alemanha, Itália, Austrália e Suécia."No Papel da Vítima" (com o título Playing the Victim), teve estreia mundial a 12 de Agosto de 2003, no Traverse Theatre de Edimburgo, durante o Festival de Edimburgo, numa co-produção Told by an Idiot/ Royal Court.
ISBN/ISSN: ISBN 972-95408-4-5
Assuntos: Literatura russa | Drama
CDU: 821.161.1
Veja também: Presniakov, Vladimir | Presniakov, Oleg | Guerra, Nina | Guerra, Filipe
Localização: 82 PRE (BMMC) - 22706
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Título: Tão só o fim do mundo ; As regras da arte de bem viver na sociedade moderna ; Estava em casa e esperava que a chuva viesse
Autor(es): Jean-Luc Lagaree ; trad. de Alexandra Moreira da Silva
Publicação: Lisboa : Artistas Unidos : Cotovia, 2004
Descrição física: 180 p
Colecção: (Livrinhos de teatro ; 7)
Resumo: m homem, um filho, regressa a casa dos seus que há muito deixara. Sabe que vai morrer. Volta para lhes dizer. Volta a ver a mãe, a irmã, o irmão e a cunhada. Gostava de lhes falar, de lhes dizer quem é e como anda, os seus desejos e penas. Nada disso consegue. É esta a incrível força desta peça: nada é dito e, no entanto, cada um dos que se cala está entregue às palavras. São lutas improváveis e subterrâneas de que nos fala o teatro de Jean-Luc Lagarce. Para ocupar o lugar vazio de um amor desfeito, incapaz de passar à linguagem. O homem vai-se embora sem nada ter dito. Lagarce volta, seis anos, depois, em Le Pays Lointain a este mesmo rapaz.Tão só o fim do mundo foi escrito por um homem que se sabia condenado. Provavelmente só quem está perto da morte pode ter uma tal preocupação com a justeza das palavras. Em Lagarce, não se trata de preciosismo, esta precisão é a sua escrita, exigente, rigorosa, não naturalista. Esta exigência formal ultrapassa a história da família e dá-lhe um lado universal, como todas as grandes obras literárias.AS REGRAS DA ARTE DE BEM VIVER NA SOCIEDADE MODERNANascer não é complicado. Morrer é muito fácil. Viver, entre estes dois acontecimentos, não é necessariamente impossível. Basta seguir algumas regras e aplicar alguns princípios para se adaptar. Basta saber que, em todas as circunstâncias, existe uma solução, uma maneira de agir, uma explicação para os problemas... pois a vida não é mais do que uma longa sequência de problemas para os quais cada um deve conhecer a solução.Um manual de sobrevivência implacável e original. Uma lista dos ritos que comandam a vida. Inspirado nos manuais de usos e costumes e de etiqueta.ESTAVA EM CASA E ESPERAVA QUE A CHUVA VIESSECinco mulheres numa casa, no fim do Verão, desde o início da tarde até à manhã do dia seguinte. A noite trará os seus demónios.Cinco mulheres e um homem jovem. Desiludido com tudo, desiludido com as suas guerras e batalhas, volta, por fim, a casa, volta ao seu ponto de partida para morrer. Está no seu quarto, no quarto onde foi criança, adolescente, onde viveu antes de as abandonar brutalmente.Elas, em torno da sua cama, protegem-no e tranquilizam-se mutuamente. Elas cuidam dele, escutam a sua respiração, andam em bicos de pés. Sussuram as suas histórias, esta ausência de história em que vivem desde que ele as abandonou, a história dele, uma longa balada através do mundo. É uma dança lenta das mulheres em volta da cama de um homem jovem adormecido.
ISBN/ISSN: ISBN 972-99450-1-2
Assuntos: Literatura francesa | Drama
CDU: 821.133.1
Veja também: Lagaree, Jean-Luc | Silva, Alexandra Moreira da
Localização: 82 LAG (BMMC) - 22705
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Título: T1 ; Se o mundo não fosse assim
Autor(es): José Maria Vieira Mendes
Publicação: Lisboa : Artistas Unidos : Cotovia, 2004
Descrição física: 117 p
Colecção: (Livrinhos de teatro ; 6)
Resumo: T1Um quarto, uma rapariga, três rapazes. Quando foi? Quem se perdeu? Porquê? Tudo se passa num T1, entre rapazes e raparigas. Houve umas cervejas. Ou foi só uma cantiga do verão que acabou?SE O MUNDO NÃO FOSSE ASSIM, a partir de motivos do famoso contista americano Damon Runyon.Um dia Sua Majestade a Rainha, corista, assim chamada por só se deixar acompanhar por tipos ricos, é empurrada escadas abaixo ficando com as pernas paralisadas. E há um tipo, Little Pinks, empregado de mesa e grande admirador da Rainha, que passa a tomar conta dela. No inverno, em Nova Iorque, no final de 1932, estão os dois na miséria. Ela trata-o mal por ele não ter tusto e exige uma viagem até Miami onde o tempo é mais quente e há homens ricos para casar. Little Pinks satisfaz o capricho, empurrando a cadeira de rodas de Nova Iorque até Miami. 1300 milhas. A mesma viagem que Rusty, Johnny Brannigan e Jackie O'Heart, irão fazer, mas de comboio, depois de contratados por um traficante de cerveja para eliminar a concorrência de outro traficante de cerveja.
ISBN/ISSN: ISBN 972-95408-7-X
Assuntos: Literatura portuguesa | Drama
CDU: 821.134.3
Veja também: Mendes, José Maria Vieira
Localização: 821.134.3 MEN. (BMMC) - 22701
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Título: Suave ira ou o maquinista dos ouvidos : uma sonata teatral (quadros dramáticos da vida de Beethoven)
Autor(es): Gert Jonke ; trad. de Ludwig Scheidl
Publicação: Coimbra : Minerva, 1998
Descrição física: 79 p
Resumo: Esta sonata teatral trata de Ludwing Van Beethoven - dele se tinha entretanto apoderado a surdez completa - por altura da criação da sua maior, mais importante e mais difícil sonata, a "Grande Sonata para Piano de Martelo op. 106ö....
ISBN/ISSN: ISBN 972-8318-48-0
Assuntos: Literatura alemã | Drama
CDU: 821.112.2
Veja também: Jonke, Gert | Scheidl, Ludwig,
Localização: 82 JON. (BMMC) - 23490
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Título: A rua do inferno ; Marcado pelo tipex ; Santíssima apunhalada ; Puro-sangue
Autor(es): Antonio Onetti ; trad. de António Gonçalves...[et al.]
Publicação: Lisboa : Artistas Unidos : Cotovia, 2003
Descrição física: 182 p
Colecção: (Livrinhos de teatro ; 2)
Resumo: A sua galeria de personagens, extraidas da observação, mais imediata, é composta por malandros, vadios, prostitutas, delinquentes, desempregados ou drogados que vemos em qualquer rua. O que acarreta a procura de uma linguagem popular sem precedentes, a não ser que olhemos para trás, para o folclorismo linguístico dos irmãos Quintero. Humor, irreverência, troça das instituições, e íntima compreensão dos seus deserdados caracterizam o teatro de Onetti.
ISBN/ISSN: ISBN 972-95408-3-7
Assuntos: Literatura espanhola | Drama
CDU: 821.134.2
Veja também: Onetti, Antonio | Gonçalves, António,e outros
Localização: 82 ONE (BMMC) - 22708
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Título: O que é que aconteceu na terra dos Procópios
Autor(es): Maria Alberta Menéres ; il. Rui Truta
Publicação: Porto : Asa, 2002
Descrição física: 63 p. : il
Colecção: (Biblioteca Maria Alberta Menéres)
Assuntos: Literatura infantil | Drama
CDU: 821.134.3
Veja também: Menéres, Maria Alberta | Truta, Rui
Localização: SI-AZ 82 BMAM (BMMC) - 16343
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Título: Orgia ; Pocilga
Autor(es): Pier Paolo Pasolini ; trad. de Olinda Gil e Pedro Marques
Publicação: Lisboa : Artistas Unidos : Cotovia, 2006
Descrição física: 151 p
Colecção: (Livrinhos de teatro ; 16)
Resumo: Acompanhando a estreia de "Orgia" no Teatro Viriato em Viseu, os Artistas Unidos lançam um volume com duas das seis peças que Pier Paolo Pasolini escreveu no final dos anos 60: "Orgia" e "Pocilga".Se os romances de Pasolini foram editados em Portugal durante a ditadura e o cinema começou a ser visto a partir do Evangelho Segundo S. Mateus, já o teatro de Pier Paolo Pasolini só viria a ser revelado em Portugal em 1985 por Mário Feliciano que dirigiu, no Acarte, "Pílades" (numa tradução feita com Luíza Neto Jorge), tendo, em 1986, apresentado no Teatro do Ginásio Calderón (em tradução feita com António Barahona). Cerca de dez anos depois, em 1996, estrearam "Afabulação" com direcção de Luís Miguel Cintra, no Teatro da Cornucópia e "Orgia" no Teatro Politeama com encenação de Celso Cleto. Mais recentemente o Teatro Nacional D. Maria II produziu "Orgia" com encenação de João Grosso.ORGIAUm homem já morto vem ao teatro mostrar como foram os momentos finais da sua vida e explicar porque se suicidou. Num quarto, vêmo-lo numa noite de Páscoa com a sua mulher a preparar-se para se entregarem aos prazeres sado-masoquistas que regulam a vida de casados: ao fascínio mórbido que têm para com passado e o presente. De como não os deixam viver a vida em pleno. Por entre evocações líricas do passado que explodem a todo o momento o casal avança na compreensão da hipocrisia esquizofrénica que regula a sua vida: alternando entre aquilo que desejam à noite e aquilo que aceitam de dia. A mulher não aguenta esta compreensão e suicidar-se-á dois meses depois nos primeiros dias de Junho: por um hálito de ar. O homem prosseguirá todo o Verão, inalterado, até ao dia em que leva uma rapariga para casa e tenta cumprir o mesmo tipo de ritual com ela. A sua intenção é violentamente interrompida e ele é fulminado por um súbito e inexplicável ataque que o faz desmaiar. A rapariga foge apavorada. Quando acorda o homem encontra-se sozinho, veste as roupas da rapariga e suicida-se lentamente enquanto num monólogo explica que toda a sua razão que explicava a vida deixou de existir.POCILGAJulian é um rapaz de vinte e cinco anos que, segundo o pai, não é nem obediente nem desobediente: é simplesmente ausente. Esta ausência exaspera-o, pois ele, industrial bem sucedido alemão, espera que um dia o filho o substitua na direcção das fábricas. Nem Ida, a sua namorada, consegue saber o que é que Julian fica a fazer em casa quando ela lhe pede que ele vá a uma manifestação. Mãe e pai ignorantes daquilo que se passa com o filho prosseguem na sua vida de porcos, a conviver com industriais que fazem operações plásticas para não serem reconhecidos depois da guerra, preocupados com a estabilidade da sua estéril vida. Entretanto Julian encontra o filósofo Espinosa na pocilga onde vai todos os dias para conviver com aquilo que um dia lhe apareceu em sonho: os porcos. O filósofo vem-lhe dizer que também ele mudou, e que a Razão que lhe serviu para explicar deus foi a mesma que também criou os monstros como o pai de Julian e os seus amigos. E por isso a abjura. Julian está por isso, ele próprio, livre, para morrer com a serenidade de um estóico. A última cena mostra-nos os camponeses que vêm revelar aos amigos do pai a morte do filho na pocilga. Já que nada sobrou do cadáver de Julian, porque os porcos o comeram todo, um dos industriais amigo aconselha-os a não dizerem mais nada sobre o facto.
ISBN/ISSN: ISBN 972-8972-01-6
Assuntos: Literatura italiana | Drama
CDU: 821.131.1
Veja também: Pasolini, Pier Paolo | Gil, Olinda | Marques, Pedro
Localização: 82 PAS, (BMMC) - 22700
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Título: Nunzio ; Café ; A festa
Autor(es): Spiro Scimone ; trad. de Jorge Silva Melo, com a colaboração de Américo Silva e Alessandra Balsamo
Publicação: Lisboa : Artistas Unidos : Cotovia, 2003
Descrição física: 109 p
Colecção: (Livrinhos de teatro ; 1)
Resumo: Numa Sicília dir-se-ia que inventada por Pinter, nascem os textos elementares e misteriosos de Spiro Scimone e por ele representados com Francesco Sframeli Deste teatro irresistívelmente cómico na sua rigorosa seriedade, nasce um grito de loucura. É um teatro baseado na observação objectiva do paradoxo quotidiano como muitos dos inesquecíveis gags do cinema mudo. Mas tudo misturado numa atmosfera de filme muito negro.
ISBN/ISSN: ISBN 972-95408-2-9
Assuntos: Literatura italiana | Drama
CDU: 831.131.1
Veja também: Scimone, Spiro | Melo, Jorge Silva | Silva, Américo | Balsamo, Alessandra
Localização: 82 SCI. (BMMC) - 22703
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